Encontro de Jovens Presidente Prudente

Dias 7 e 8 de Setembro em Presidente Prudente

Encontro de Jovens em Palmares Paulista

Realizado nos dias 7, 8 e 9 o encontro reuniu várias pessoas do Presbitério Oeste Paulista

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Programação Especial em Palmares Paulista

Trabalho organizado pelos juvenis da IPC de Palmares, confira mais informações!

Salmo 19.1

"Os céus proclamam a glória de Deus e o firmamento anuncia as obras de suas mãos."

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

9° Aniversário da IPC PP

Dias 19 e 20 a IPC PP esteve em festa pelo 9° Aniversário da igreja.
Confira as fotos:












Video com algumas fotos dos 9 anos de historia da IPCPP







segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

“Mas em todas estas coisas somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou.” Romanos 8:37


A meta de todo atleta profissional é subir ao pódio. Ele vai lutar com todas as suas forças para vencer os obstáculos e, finalmente, colocar as mãos no tão sonhado e desejado troféu. A frustração vem na medida em que o atleta se dá conta de que todo o esforço foi em vão, horas e dias de muito trabalho e dedicação para nada, que decepção! O sentimento é de incapacidade e fraqueza. Porém, o semblante daqueles que chegaram em primeiro lugar é uma mistura de cansaço e alegria pela superação, quando entrevistado, ainda ofegante o atleta diz: Valeu apena!

            O texto acima citado remonta um contexto onde a igreja de Roma vem enfrentando pesadas perseguições e o apóstolo Paulo como pastor daquela igreja tem como tarefa incentivar aqueles irmãos para que não se deixassem tomar pelo desânimo. Como é característico do apóstolo, ele utilizará a figura do atleta, porém com um diferencial: se por um lado a busca do atleta pela recompensa é incerta, em contra partida, o pastor Paulo dirá para à sua igreja que os cristãos não estão em busca de algo incerto, mas que a vitória já está garantida, eis a razão pela qual ele dirá que aqueles irmãos eram “mais do que vencedores.” Ao invés de dizer para eles que bastaria ter fé e os obstáculos desapareceriam, ele diz: “Que diremos, pois, a estas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós?” Romanos 8:31. De acordo com Paulo o diabo pode mobilizar todos os demônios do inferno, mas ainda assim não tirará da igreja a vitória já conquistada em Cristo.  

            Somos gratos ao Senhor porque apesar das muitas lutas e obstáculos já são nove anos de muitas vitórias. Deus na sua graça e misericórdia tem sustentado esta igreja para que a mesma seja um instrumento de bênção nesta cidade. No nosso cotidiano temos a oportunidade de testemunhar da parte do Senhor e, isso, é benção. Todas as vezes que abrimos as portas do templo para a realização dos trabalhos estamos dizendo para a sociedade prudentina que o Senhor continua a falar aos corações e a transformar vidas por meio da pregação do evangelho. Louvamos ao Senhor por sermos um ramo da igreja de Cristo que colabora com a propagação do evangelho, desafiando as pessoas para que não sejam simplesmente religiosas, mas para que cultivem no coração a verdadeira espiritualidade.

            Não restam dúvidas de que o amor de Deus tem sustentado esta igreja, e é por esta razão que separamos estes dois dias para expressarmos a nossa gratidão através da pregação e dos louvores pra dizer: Obrigado Senhor por tão grande bênção, somos gratos porque apesar de nossas falhas e fraquezas temos sido sustentado e recebido de tuas mãos muitas bênçãos.  Louvamos ao Senhor pela vida de cada irmão que tem mantido esta obra por meio das orações e financeiramente.

Pastor Givaldo Santana

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Mudança de Postura






Mt 9.14-17  Quando questionado sobre o Jejum, Jesus cita a figura do relacionamento, ele utilizará uma linguagem muito própria do Novo Testamento que o descreve como o noivo e a igreja, a noiva. Como adoradores somos desafiados a desfrutar de sincero relacionamento com o Senhor. Falar de adoração é falar de Deus, é falar do relacionamento entre noivos. Diante da crítica Jesus dirá: Não justifica os convidados ficarem lamentando a partida dos noivos ao invés de desfrutar da presença deles.
   
 Jesus rebaterá a crítica pontuando que o judaísmo rabínico, com suas corrupções farisaicas, estava além da recuperação.
   Quanto ao valor da igreja Paulo dirá: “Vós, maridos, amai vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela, Para a santificar, purificando-a com a lavagem da água, pela palavra, Para a apresentar a si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, mas santa e irrepreensível.” Ef. 5:25-27  
  Quando estamos convictos do propósito de Deus para a nossa vida, fazemos de cada ato uma oportunidade para exaltar ao Senhor. Sansão brincou com o pecado e morreu em vexame, entretanto, João Batista disse: Importa que ele cresça e que eu diminua.
        
    Está convicto do propósito de deixar o velho e começar o novo? Não tente mesclar o novo com o velho! Quando a Palavra fala da noiva aponta vestes brancas. Imagine você que um uniforme identifica a que categoria pertence o profissional que está diante de você. O grande desafio é para que o seu modo de viver aponte a quem você de fato pertence.
É preciso mudar as vestes! Colocar remendo novo em pano velho não é com Deus. Ele não quer juntar os cacos da tua vida, ele quer fazer tudo novo: “E dar-vos-ei um coração novo, e porei dentro de vós um espírito novo; e tirarei da vossa carne o coração de pedra, e vos darei um coração de carne.” Ez 36:26. A dureza de coração não se vê só na vida do ímpio, mas também na igreja à medida que os crentes insistem em desprezar as ordenanças do Senhor e seguir os anseios do coração pecaminoso. Afinal, por que tantos crentes se afastam do evangelho? Por que tantos crentes dão mau testemunho?

   O Senhor quer tirar de você este coração endurecido e colocar um coração ensinável, maleável.  É preciso um novo começo! Vestes sujas atraem as acusações do inimigo.  (Zc 3).
   
   Certa vez uma irmã relatou algo bem cômico que lhe tinha acontecido. Ela e seu esposo viajaram para outro país e lá ficaram em um apartamento emprestado de um amigo. Na irmã deu vontade de fazer um prato caramelado, mas algo inusitado estava por acontecer. Ele não tomou conhecimento de que o apartamento possuía detector de fumaça e no momento em que toda aquela fumaça atinge o detector, o alarme dispara e ela entra em desespero. Para piorar, ela olhou para um botão que pensava ser a solução e em poucos minutos vários carros do corpo de bombeiros estavam na frente do prédio e os homens gritavam: Aonde é o fogo? E eles desesperados diziam: Não tem fogo! Pois bem, quem não tem as vestes substituídas, não tem fogo, só faz baralho. Não espere a virada do ano para desfazer-se do velho: (Ódio, ressentimentos, pecados não confessados ...) Tome agora mesmo uma postura que exalte o nome do Senhor.

Pastor Givaldo Santana

sábado, 5 de janeiro de 2013

Uma questão de fé

 Mt. 9. 18-26 As asas do avião têm como objetivo estabelecer o equilíbrio da aeronave. Certamente estão lembrados que em setembro de 2006 um avião da empresa aérea Gol foi atingido no ar por um jato executivo Embraer Legacy, resultando em mais de 150 mortos. Segundo os peritos uma das asas teria sido atingida provocando a queda da aeronave. O texto acima citado nos faz refletir sobre dois pontos essenciais para a humanidade, a saber: fé e razão. Vamos ao texto.
I- O reconhecimento - “Aproximando-se o adorou” v, 18. Este chefe reconhece em Cristo o Senhor de sua vida e, por isso, se prostra e o adora. Talvez alguém até argumente: “Ele não tinha mais nada a perder e, portanto, o que viesse seria lucro”. Não é isto que o texto nos mostra. Observe que Mateus diz que a menina já estava morta quando o pai foi procurar por Cristo. É importante destacar aqui, que se estabeleceu um mito ao longo da história de que a religião impede a pessoa de buscar a verdade devido à fé que é imposta por crendices, aliás, alguns jovens, inclusive aqueles criados na igreja, são muitas vezes ludibriados por esta inverdade. A questão é que a razão se baseia na evidência intrínseca, enquanto a fé tem sua base na verdade revelada, em outras palavras, a fé vai operar para evitar que a razão caia em desconfiança. Portanto, quando aquele chefe racionaliza que os médicos não podem fazer mais nada por sua filha, ele exercita a sua fé e recorre a quem podia reverter aquele quadro caótico.
II- A manifestação de fé -“Impõe a mão sobre ela, e viverá” v,18.  Certamente aquele homem já tinha contemplado os milagres operados por Cristo ou até mesmo ouvido falar a seu respeito, o fato é que o seu pedido vem carregado de fé e confiança. Cristo que tantas vezes pregou e associou a sua figura com a verdade, tem agora a oportunidade de provar que tem sim poder sobre a morte. Guiado puramente pela razão aquele homem poderia simplesmente ficar ao lado do esquife, chorando e desfrutando dos últimos instantes do seu ente querido, mas contrariando a lógica, ele corre para Cristo por crer que aquela situação poderia ser escrita de forma diferente. Se por um lado ele reconhece que a menina estava morta: “Minha filha faleceu agora mesmo”, em contra partida, ele reconhece que o Senhor tem poder para ressuscitá-la.
III- O ceticismo- “E riram-se dele” v, 24. Vale lembrar que após a queda, a incredulidade tornou-se natural na humanidade. Aquelas pessoas que estavam ali naquele ambiente fúnebre olharam para aquela menina estirada, racionalizaram o contexto e não viram outra alternativa senão rir. Entretanto, é importante ressaltar que o que levou o pai da menina até Cristo foi a fé em que o Senhor poderia operacionalizar o sobrenatural, uma vez que a razão já não tinha nada mais a fazer. Isto equivale a dizer que fé e razão caminham em linhas paralelas, mas, à medida que a primeira não consegue dar uma resposta plausível, entra em evidência a segunda, mas não quer dizer que sejam excludentes.
            Aqui eu destaco o seguinte aspecto: é um grande equívoco alguém tentar desqualificar a religião sobre a alegação de que está em busca da verdade. Eu diria que a fé e a razão são as asas que proporcionam o equilíbrio do avião. É bom lembrar que os chamados pais da igreja foram buscar na filosofia elementos para entender melhor a revelação de Deus a nós. Agostinho recorreu a Platão, enquanto Tomás de Aquino bebeu das fontes de Aristóteles. Mas mesmo assim, é impressionante como alguns céticos vêm ao longo da história tentando estabelecer uma guerra entre a fé e a razão. Mas é bom destacar que quem assim procede, certamente não experimentou desta fé maravilhosa, tornando-se reféns do drástico iluminismo.
            O ato de crer no sobrenatural não te coloca na posição de alienado, pelo contrário, é uma postura inteligente ao crer que acima da razão existe alguém que está no controle de todas as coisas, inclusive da minha e da sua vida e, que pode, portanto, nos surpreender à medida que opera onde os recursos humanos se declaram falidos. Dosar razão e fé é um grande desafio, mas sem dúvida, uma combinação perfeita para classificar uma pessoa como inteligente e fervorosa ao mesmo tempo.
 Pastor Givaldo  Santana

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Cristo, o resgate do elo quebrado

Gn 3.15; Jo 19:30 No momento em que Deus olhou para a criação, após a sua conclusão disse: “e eis que era muito bom”(Gn 1.31). Esta expressão descreve aquilo que os teólogos chamam de (SHALON), ou perfeita harmonia, a perfeição de tudo aquilo que Deus criou apenas com a palavra do seu poder. Mas veio a desobediência de Adão e Eva e com ela a queda da humanidade. Isto significa que aquela comunhão existente entre Deus e o homem, agora está interrompida, as bênçãos cessaram, porque a aliança foi quebrada, porque os nossos pais deram ouvidos a Satanás e ignoraram as recomendações do Senhor. Todavia, o Diabo não sairia vitorioso naquele embate, pois, logo Deus apresentaria a solução para resgatar o homem agora em pecado, do seu estado de perdição. Então vem à promessa do messias conforme veremos. A promessa – Por um breve instante Satanás se dá como vitorioso, ao seduzir Adão e Eva. Os nossos pais quebraram a aliança ao deixarem que a dúvida brotasse no coração (Gn 3.1). Não obstante, logo o Criador apresentaria a solução (Gn 3.15). O profeta Isaias apresentará Cristo como o príncipe da paz: “Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu, e o principado está sobre os seus ombros, e se chamará o seu nome: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz” (Is 9:6). Isto equivale a dizer que se pelo pecado se estabeleceu o caos na obra criada por Deus, Cristo viria para restabelecer a ordem. Pense em uma banda de música desafinada e que passa pelas mãos de um músico profissional, é isso que o apóstolo Paulo vai enfatizar: “Para que, assim como o pecado reinou na morte, também a graça reinasse pela justiça para a vida eterna, por Jesus Cristo nosso Senhor” (Rm5:21). O cumprimento parcial – A palavra vai dizer que: “Mas, vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei, Para remir os que estavam debaixo da lei, a fim de recebermos a adoção de filhos ” (Gl 4:4-5). O messias tão esperado veio e agora lá na cruz do calvário ele vai exclamar: “E, quando Jesus tomou o vinagre, disse: Está consumado. E, inclinando a cabeça, entregou o espírito”(Jo 19:30). Se Cristo apenas morresse na cruz a situação da humanidade não estaria resolvida. Aliás, ele seria apenas mais um a morrer naquelas condições. Os opositores religiosos entenderam que era um problema a menos para eles, até colocaram guardas para se certificarem de que o serviço tinha sido bem feito, e de que uma pedra estava posta sobre aquele assunto, pois corria um boato de que Cristo ressuscitaria. O diabo nem queria que Cristo fosse para a cruz, mas já que foi, o mais importante é que ele agora está morto. No entanto, o fato de Cristo ter descido ao hades, apenas fazia parte do propósito de Deus. A confirmação- Para surpresa até dos discípulos, Cristo ressuscitou: “Ele não está aqui, porque já ressuscitou, como havia dito. Vinde, vede o lugar onde o Senhor jazia.” (Mt 28.6). A justiça de Deus precisava ser satisfeita e nós éramos incapazes de pagar pelo preço da desobediência, razão pela qual Cristo foi para a cruz por mim e por você. Mas é importante ressaltar que não bastava Cristo ter morrido, pois o cumprimento da promessa veio quando Cristo ressurgiu dentre os mortos, provando a sua superioridade: “Onde está, ó morte, o teu aguilhão? Onde está, ó inferno, a tua vitória? Ora, o aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a lei. Mas graças a Deus que nos dá a vitória por nosso SENHOR Jesus Cristo” (I Co 15.55-57). O fato de Cristo ter vindo, morrido em uma cruz e ressurgido ao terceiro dia, declarou com maestria a derrocada de satanás. Devido à queda do homem, Deus, pelo seu imenso amor, enviou seu filho unigênito para perdão dos nossos pecados. Cristo não nasceu no dia 25 de dezembro! Este natal que celebro aqui não é o natal de troca de presentes e mesa farta, pelo contrário, celebro o amor de Deus que chegou a ponto de enviar seu filho para sofrer na cruz por mim e por você. Portanto, esta é uma ocasião em que você deve refletir sobre a razão pela qual Cristo veio. Ou seja, levar você a uma vida de obediência a Deus. 
Pastor Givaldo Santana

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Determinação

Mt 9.1-8 A determinação é vital para que uma pessoa alcance o seu objetivo, do contrário, ela não passará de uma eterna sonhadora, aliás, não é muito difícil nos depararmos com pessoas que vivem a lamentar: Ah se eu fizesse! Ah se eu fosse! No geral são pessoas sem atitude e que apenas vibram pelo sucesso do outro mas, quando o assunto é experiência pessoal, contam o que seriam hoje se em determinado momento de suas vidas tivessem tomado atitude para alcançar a meta desejada. O texto em questão narra a respeito de quatro homens determinados a alcançar um objetivo, que é conduzir o homem paralítico até a presença de Cristo, mas para isto eles se depararão com algumas situações conforme veremos no desenrolar da narrativa. Os obstáculos v, 2 – Um poeta afirmou certa vez que o rio cumpre seu objetivo porque aprendeu a contornar os obstáculos. O texto nos diz: “Eis que trouxeram um paralítico deitado num leito”. Aparentemente não vemos qualquer dificuldade se não fossem as multidões descritas no verso 8. Ao ler este texto me veio à mente o metrô de São Paulo em horário de pico. Que sufoco! Mas eles estavam determinados a alcançar o objetivo, razão que vai levá-los a tomar uma atitude extrema, isto é, descerão aquele homem pelo telhado. Que determinação! Não é verdade que algumas pessoas desistem por bem menos? Mas, aquele esforço todo estava prestes a ser compensado como segue. Vendo-lhes a fé v, 2 – Se eles não tivessem a convicção de que em Cristo estava a solução para aquele homem, de modo algum teriam aplicado tamanho esforço, e como resultado vem o reconhecimento de Cristo que, diante da situação, dedica agora especial atenção para aqueles homens, pois Mateus afirma que Cristo reconhece a confiança deles e declara: “Tende bom ânimo” ou “coragem filho”, em outras palavras: Chegou a hora de ter o esforço recompensado. Como já afirmei em outros momentos, nenhum dos milagres operados por Cristo tinha um fim em si mesmo, e não poderia ser diferente aqui, pois Cristo está prestes a fazer uma declaração que levaria a multidão a exaltar o nome do Pai: “Estão perdoados os teus pecados”. Não entraremos no mérito aqui se aquela paralisia teria sido resultado de pecado, porque os evangelistas não nos dão qualquer margem para isto, mas o que é relevante aqui é que, tanto a alma, quanto o corpo daquele homem serão sarados. Aquele ato de Cristo deveria resultar em exaltação de todos os presentes a uma só voz ao nome do Senhor, certo? Deveria, mas não é o que acontece, conforme veremos no próximo ponto. A religiosidade v, 3 – Os escribas que ali estavam declararam: “Este blasfema”, pelo raciocínio lógico dos escribas, a conclusiva estava certa, pois eles disseram: “Quem, senão unicamente Deus, pode perdoar pecados?” Você concorda que a afirmativa deles é correta? Porém, o erro está em não verem em Cristo a personificação do Pai, se assim o fizessem teriam prontamente concluído que Cristo tinha total autoridade para proferir aquelas palavras. Eis a razão que levará Cristo a declarar: “Levanta-te, tome o seu leito e vá para casa”. Se pelo primeiro ato eles poderiam taxar Cristo de blasfemo e leviano, agora não tinham muito o que argumentar, pois o extraordinário aconteceu diante de todos os presentes. Mesmo com a incredulidade dos escribas, o Senhor Jesus ratifica a autoridade recebida do Pai. Por fim, veremos duas reações inusitadas: A primeira delas é a reação da multidão:” A multidão possuída de temor” v, 8. A idéia aqui é de assombro ou medo. É provável que eles não estavam preparados para contemplar tamanha maravilha, mas o fato é que reconheceram que Cristo de fato possuía autoridade, Contrário àqueles que o acusavam. Aquele acontecimento não poderia resultar em outra reação por parte da multidão: “Glorificaram a Deus” v, 8. Aqui está sem dúvida alguma, o que teria levado Cristo a operar aquele milagre, o que foi curado, seus companheiros e a multidão não viram outra alternativa senão exaltar a Deus. E quanto aos escribas? Textos posteriores nos mostram que eles continuaram presos aos seus dogmas. E quanto a você, assim como aqueles homens, está determinado (a) a ver o agir de Deus? Pastor Givaldo Santana

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Convidamos você para ouvir a Cantana NOITE DE PAZ Sábado dia 22 de dezembro, às 20H Av. Ibrain Nobre, 1360. Pq. Furquim