Encontro de Jovens Presidente Prudente

Dias 7 e 8 de Setembro em Presidente Prudente

Encontro de Jovens em Palmares Paulista

Realizado nos dias 7, 8 e 9 o encontro reuniu várias pessoas do Presbitério Oeste Paulista

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Programação Especial em Palmares Paulista

Trabalho organizado pelos juvenis da IPC de Palmares, confira mais informações!

Salmo 19.1

"Os céus proclamam a glória de Deus e o firmamento anuncia as obras de suas mãos."

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Avaliados pelo prumo de Deus I

Am 9.11-12 Toda construção a olho nu está isenta de reprovação, até o momento em que ela passa pelo crivo do prumo, ai sim, ficará evidente a sua real condição. O Senhor levanta Amós como profeta para denunciar os pecados do povo de Israel. Como boca de Deus, o profeta Amós precisava ser corajoso para confrontar o povo com as suas falhas.
O sistema capitalista tem sempre a mesma estrutura, ou seja, exploradores e explorados. Amós vai registrar que o povo de Israel cresceu do ponto de vista econômico e militar, mas esta nação teria crescido também na injustiça social (Cf. 4.1). O profeta movido pelo grande senso de justiça social fará discursos inflamados sob a alegação de que tal prática consiste em pecado contra Deus. Aqueles que diziam ser tementes a Deus não mediam esforços para oprimir e humilhar os seus irmãos. Este não era o único pecado que fazia parte do cotidiano da nação de Israel. Amós denuncia também a imoralidade (2.7), o que é apontado pelo profeta como um escândalo, uma vez que este povo teria sido posto pelo Senhor como sacerdote perante as nações. Outro problema apontado foi a alta cobrança de impostos (5.11). Os governantes tiravam tudo que podiam do povo para ostentar regalias e isso também é apontado como ato pecaminoso. Outro erro cometido por Israel era a rejeição aos mensageiros de Deus (Cf. 2.12), aliás, este estado caótico se devia justamente à recusa em ouvir a voz do Senhor por meio dos seus arautos.
Por estes aspectos mencionados foi que Deus avaliou Israel com o seu prumo e o reprovou. Diante de uma geração com problemas tão graves, podemos afirmar que ao longo da história Deus sempre foi servido em conservar um grupo, ainda que pequeno, da corrupção que o rodeava. Numa seqüência de três abordagens veremos a providência tomada pelo Senhor em relação a Israel.
Quando Deus é Senhor não só da história, mas também do tempo. “Naquele dia tornarei a levantar o tabernáculo caído de Davi, e repararei as suas brechas, e tornarei a levantar as suas ruínas, e o edificarei como nos dias da antiguidade9:11. Se Amós vem falando até aqui de justiça e juízo, agora ele vai falar daquilo que mais agrada ao Senhor que é renovação e restauração. “Naquele dia”. Encontramos nesta expressão a renovação da esperança. É importante destacar que Amós citará esta expressão em outros momentos indicando juízo (Cf.2:16), mas aqui a idéia é de restauração e esperança.
     Vale lembrar que o Senhor da aliança havia feito promessas aos patriarcas, mas como o Senhor não compartilha com vida de pecados, Ele vai restaurar o transgressor como parte da promessa e em seguida derramará as suas bênçãos. A ideia é de que o Senhor pesará a mão sobre os desobedientes, mas levantará um restaurador para resgatar alguns da condição de miséria e pecado. Neste sentido temos como base o termo: “levatarei” Deus na sua misericórdia restauraria a tenda caída. A promessa aqui é de restauração e transformação, tanto do ponto de vista físico, como espiritual. (Continua)
Pastor Givaldo Santana




quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Uma igreja vibrante e transformadora - A dureza do coração



Mt 8.28-34

Introdução
Desde que o pecado inundou o coração da humanidade a mesma tornou-se hostil a Deus e sua Palavra. A coisa mais surpreendente é que dificilmente nos depararemos com alguém que assuma não crer na existência de Deus, porém, o mais comum é nos depararmos com uma clara rejeição das Escrituras, pois a Palavra é confrontadora e tende a tirar as pessoas da região de conforto em que estão na medida em que as desafia a abandonar a vida de pecados e voltar-se para Deus que é rico em perdoar.  
F.I-Qual a verdade o texto lido tem a nos ensinar?

F.T – A luz do texto lido constataremos a realidade do coração das pessoas que nos cercam. 

I – A condição de um povo v, 28


1.1- “Ninguém podia passar por aquele caminho” v, 28
(ilustração) Cachorro bravo na roça
1.2- “Vieram-lhe ao encontro dois endemoninhados ”v,28
1.3- “e a tal ponto furiosos” v, 28

II – Este povo toma conhecimento dos feitos de Cristo v, 33
“contara todas estas coisas e o que acontecera aos endemoninhados”
A mulher samaritana também correu para contar
O que se esperava deste povo diante do extraordinário? 

III- Este povo deu vazão ao coração pecaminoso v, 34
“A cidade toda saiu para encontrar-se com Jesus” 
“Rogaram que se retirasse da terra deles”


Uma igreja vibrante e transformadora - Provada e aprovada



Mt 8.18-22
I- Não mede esforços
“Seguir-te-ei para onde quer que fores” v, 19
    Aquele mestre viu as multidões entorno de Cristo, operações de milagres, mas não estava consciente das implicações do discipulado: Renuncia, sacrifício, trabalho, sofrimento. 
1.1. Mesmo diante as incertezas 

“O filho do Homem não tem onde reclinara a Cabeça” v, 20
A Judéia o rejeita, a Galiléia o expulsa, Samaria lhe nega hospitalidade. Discipulado permanente implica luta e guerra. 

II- Não fixa os olhos no natural
“Permita-me ir primeiro sepultar meu pai” 
Haverá sempre que cuide das questões matérias. 
2.1 – Atende ao chamado
“Segue-me” v, 22
Isto implica renuncia
“Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne, vivo-a na fé do Filho de Deus, o qual me amou, e se entregou a si mesmo por mim.” Gálatas 2:20  
2.1 – Mesmo contrariando o que esperam dele
“Permita-me primeiro sepultar meu pai”
“e deixa que os mortos sepultem seus mortos”v 22
A idéia é que você não deve colocar nada e nem ninguém acima de Deus. 
“37 Quem ama o pai ou a mãe mais do que a mim não é digno de mim; e quem ama o filho ou a filha mais do que a mim não é digno de mim.  38 E quem não toma a sua cruz, e não segue após mim, não é digno de mim.” Mateus 10:37-38   

Uma igreja vibrante e transformadora - A Misericórdia



Mt MT 9. 10-13

Introdução
    Em no capítulo 5.7 Jesus falou sobre a importância de ser misericordioso e agora ele exemplificará o que é ser misericordioso.
F.T- como base no texto lido podemos comprovar que misericórdia é: 

I- Agir com equidade, v 10

II- Em meio a problemática v, 12

III- Com base na compreensão  v, 13

Uma igreja vibrante e transformadora - Os feitos de Cristo




Mt.  8.1-4
Introdução
Nos tempos bíblicos a lepra não tinha cura e excluía o portador da doença do convívio social. (Naamã) 

I-Reconhece o poder de Cristo v,2
 “Se quiseres podes” 
Apalavra grega para poder nesse texto é
"DUNAMIS" 
donde veio a palavra dínamo, que produz energia, força, poder, dinamiza, impulsiona. 
diz o pastor Shedd.. Devemos orar para que Deus nos dê sempre porção dobrada desse dinamis para continuar nossa jornada como representantes do Reino, contagiar e conquistar súditos para o Grande Rei Jesus

II- Usufrui deste reconhecimento v, 3
 Cristo realiza milagres hoje? (Jo 20.30-31)
“Quero, fica fimpo”. 
Temos aqui dois extremos a evitar: Cristo curandeiro X inoperante.

III- Dar testemunho v, 4
Lv 13.2-3
“Não o digas a ninguém” 
    Caso os sacerdotes soubessem que o milagre tinha sido operado por Cristo poderiam negar acura, mas tendo confirmado a cura estariam declarando que Cristo não era contra a lei de Moisés. 
“Para servir de testemunho ao povo”
   Aqueles que contemplam os milagres de Deus em suas vidas não podem deixar de testemunhar. 

Uma igreja vibrante e transformadora - Despertar missionário





Mt 8. 5-13
Introdução
Se em um momento Jesus curou e pediu para que não fosse divulgado, agora a sua fama corre por toda parte: “E, quando ouviu falar de Jesus, enviou-lhe uns anciãos dos judeus, rogando-lhe que viesse curar o seu servo.”                 Luke 7:3. 
Vale lembrar que nenhum milagre operado por Cristo teve o fim em si mesmo. Desta vez uma cura resultará em um despertamento evangelístico.
Sub-tema: Características de uma fé autentica.

I- Dependência e humilha cão v, 5, 8
“E, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte, e morte de cruz.” Filipenses 2:8  
Tenho me deparado com pessoas enfermas no corpo e na alma e nem por isso elas se prostram. Não vêem a necessidade da dependência e muito menos se prostram. 

II – Reconhece as suas limitações v, 9 
Este homem reconhece que mesmo com a autoridade que possuía ainda assim tinha pessoas acima dele. Porém, admite que está diante de um Ser que excede as autoridades. Vá! 
Até que ponto você reconhece as suas limitações? Muitos não buscam, não se entregam por acharem que podem resolver sozinhos. 

III- Evidencia confiança , 8,10
Este homem é de origem gentílica, mas vai apresentar uma combinação se sentimento que despertará a atenção de Cristo. 
a) Amor afetuoso
b) Consideração solícita 
c) Humildade extraordinária
d) Confiança ilimitada.

Aplicação 

Propósito missionário 
VV, 11,12
A evangelização de todas as nações foi uma determinação de Cristo. “Muitos virão do Oriente e do Ocidente”. A igreja se estenderia entre os gentios, onde eles desfrutariam das bênçãos e da salvação como os patriarcas. 
“Os filhos do reino serão lançados fora”. Os judeus, aqueles que desfrutaram de privilégios. (Rm 9.4)
Mas por haverem rejeitado a Cristo serão rejeitado por Deus.
“ai haverá pranto e ranger de dentes”. Condenação! Não basta provar as bênçãos espirituais, é preciso triturar e engolir. 
Não seja amigo do evangelho!

Conclusão 
Estaria em seu coração:
a) Amor afetuoso?
b) Consideração solícita?
c) Humildade extraordinária?
d) Confiança ilimitada?

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

A importância de estar preparado



Mt 22.1-14

Introdução: 

Uma propaganda chama a nossa atenção por ser muito bem elaborada, ou sem nenhuma lógica, arrancando dos telespectadores elogios ou críticas. Durante algum tempo passou uma propaganda na televisão, onde um penetra chegava à festa e o segurança lhe perguntava: Você é convidado do noivo ou da noiva?  E ele respondia: Do noivo! Então o segurança dizia: então cai fora porque aqui é um batizado. 
      O quadro que Jesus monta nesta parábola é comum, isto é, um casamento está para acontecer e, o dono da festa se propõe a chamar os seus convidados. Um detalhe a ser destacado é que o dono da festa não era simplesmente alguém que ocupava uma posição de destaque na sociedade, mas sim, o próprio rei! O texto diz que o rei tomou todos os cuidados necessários: “Depois, enviou outros servos, dizendo: Dizei aos convidados:” v, 4. Na antiguidade, o convite era entregue antecipadamente em mãos e na véspera do evento, os convidados eram relembrados do compromisso. O texto em questão basicamente nos apresenta três fases que analisaremos mais detidamente.

       A) O primeiro convite  v, 3-7- “E enviou os seus servos a chamar os convidados para as bodas”v 3. Claramente a referência é a nação de Israel como podemos observar: “Veio para o que era seu, e os seus não o receberam” Jo 1:11. Daí vem à rejeição pelo convite feito. O texto não nos deixa dúvida de que a recusa se deu pelo fato dos convidados julgarem o dono da festa como alguém inexpressivo. Vale lembrar que o Messias idealizado pelos judeus teria de ser alguém com projeção social e política, que viria para libertá-los do jugo romano, mas Cristo vai enfatizar que a liberdade que ele tinha a oferecer era de natureza diferente daquela intencionada: “E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” Jo 8:32. A parábola começou a fazer sentido para você? Vamos ao próximo ponto.   

B) O segundo convite 4-7- “Depois, enviou outros servos, dizendo: Dizei aos convidados” Mt 22:4. Um aspecto de relevância é que o dono da festa insistiu para que seus convidados fossem prestigiar as bodas sob a alegação de que todas as providências já haviam sido tomadas e para que tudo saísse conforme o planejado bastava que comparecessem, mas o texto diz que: “Eles, porém, não fazendo caso,” v, 5. A ideia aqui é de que eles zombaram, em nossos dias eles diriam: “Eu tenho mais o que fazer!” E mais uma vez eles ignoraram o convite negando-se a participar do banquete. O filho de Deus encarnado insistiu para que o povo de Israel abandonasse seus pecados e se voltasse para Deus e a resposta foi não. E além de dizer não ao convite, ainda evidenciaram a dureza de coração conforme se nota: “E os outros, apoderando-se dos servos, os ultrajaram e mataram” v, 6.  Esta é uma clara referência à situação dos profetas: “Assim, vós mesmos testificais que sois filhos dos que mataram os profetas.” Mt. 23:31. O ponto seguinte descreverá a reação do dono da festa diante das respostas obtidas.   

C) – A ira  v, 7. “E o rei, tendo notícia disto, encolerizou-se e, enviando os seus exércitos, destruiu aqueles homicidas, e incendiou a sua cidade”. É importante destacar que a paciência de Deus não é infinita: “Então disse o SENHOR: Não contenderá o meu Espírito para sempre com o homem; porque ele também é carne; porém os seus dias serão cento e vinte anos.” Gn 6.3. Ao que indica a cidade aqui representa Jerusalém destruída em 70 d.C. Pelo imperador Tito e Israel deixou de existir como nação favorita de Deus. Josefo, historiador judeu, que viveu nesta época, atribui a destruição de Jerusalém ao “convite rejeitado”. Agora as portas do palácio são escancaradas e a ordem é para trazer a todos indistintamente, e o palácio ficar cheio v, 10. Não restam dúvidas de que a referência aqui é aos gentios que seriam alvos da operosa graça de Deus: “Para que o restante dos homens busque ao Senhor, E todos os gentios, sobre os quais o meu nome é invocado, Diz o Senhor, que faz todas estas coisas”. At 15:17. É importante frisar que o fato do rei ter aberto as portas não significava que os convidados poderiam continuar inapropriados para a ocasião: “Viu ali um homem que não estava trajado com veste de núpcias” V, 11. Se por um lado Deus chama indistintamente, faz-se necessário que haja transformação de vida para permanecer em sua presença. 
A oferta do evangelho é feita para todos, mas nem todos a valorizam. A proclamação do evangelho é como um convite para uma festa maravilhosa, mas, embora o coração do pecador sinta a necessidade, ele se mostra relutante e muitas vezes é até indiferente no tocante à oferta do evangelho, por isso a pergunta que não quer calar: Qual a resposta você tem dado a tão importante convite? 

Pastor Givaldo Santana